"Por isso cante, chore, dance, ria e viva intensamente"

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Coisas da natureza

Uhuuul minha gente! As visitas cresceram muuuito! Pelo visto alguem ajudou 😀 Muito obrigada Rapha, se for você… e se não for, bom,  obrigada geral a todo mundo que entrou 😉

Hoje eu tou feliz. Durmi na casa de uma amiga de muito tempo que eu adoro, a Laís. Rimos muito, falamos muito e tocamos um poquinho de piano, que desde pequena tocamos juntas. Antigamente eu ensinava pra ela (fato que a fez pegar gosto pela coisa) mas hoje e dia ela sabe zilhões de coisas a mais que eu. Hoje ela é minha autêntica professorinha 😀

Bom, mas o mais legal da estadia foi que vimos o album de casamento dos pais da Laís, e ficamos a par de como o romance deles aconteceu. Ouvimos as duas versões, é claro. (Que foram ligeiramente diferentes, hahahah :D)

Achei tão divertido, que resolvi repetir a proesa da conversa com mes pais. E foi ótimo também, já que, parando bem pra pensar, se trata da história das minhas origens, não?

E me fez pensar em como é misterioso esse encantamento entre as pessoas. Em muitas das vezes, ele é gratuito, ou seja, literalmente as pessoas não precisam fazer nada para merecer o interesse da outra. Ele simplesmente acontece. Acho que o adjetivo que melhor define é natural. Sabe qando faz muito calor durante o dia? Por vezes isso resulta em chuva. E as crianças pequenas perguntam: Por quê? E, a respodta mais concisa e completa é nada mais nada menos do que, coisas da natureza. Com o amor, é igual.

beijo,

da Baah*

Só pra enrolar e descontrair

Gente, ia postar ontem, um video que eu fiz com umas fotos. A intenção era cantar “Quase sem querer” do Legião Urbana, mas eu não tava exatamente afinada ontem, então deixei pra terminar depois.

Tou ansiosa hoje, e com váaaarias coisas engasgadas dentro de mim, que infelizmente não tenho como compartilhar com vocês exatamente como eu gostaria…

Então, só pra enrolar, e descontrair, vou deixar um video com uma música do Skank que eu gosto de mais, e que remotamente  tem a ver com tudo isso sobre o qual eu não disse nada. Espero que tenham entendido.

BEIJOS, BÁRBARA*

PS; preciso divulgar mais o blog, quem puder ajudar, agradeço. 😀

A abordagem de Isidora

Gente! Chegueeei!

Tenho muuuita coisa pra contar, se for contar tuuudo mesmo. Provavelmente não vou fazê-lo, até porque nem vou lembrar de tudo, e o tudo não é o mais importante, e sim o que ficou. Por isso, decidi que vou postando as coisas de pouquinho, um “causo” por dia, à medida que as coisas me vierem vindo, 😉

Vou fazer até uma nova categoria: “Lembranças da América do Sul”. Pra quem gosta de escutar idéias e vivências alheias é uma ótima pedida, hehehe 😀

Bom, hoje eu vou começar falando de três crianças: A Isidora, a Josepha e o Vicente. (Não sei se os nomes estão certos, mas enfim…) Pra mim foi um encontro extremamente especial, esse que me ocorreu. Foi uma coisa diferente, inesperada, e exageradamente rica.

Foi o seguinte: Estávamos eu, meu pai e minha mãe em Santiago do Chile. Tínhamos acabado de fazer uma visita ao Vale Nevado, que fica Cordilheira dos Andes. (Vale onde está instalada uma das estações de ski do Chile. Só pra constar: não estava nevado porque era verão.) Depois de almoçarmos por lá em um restaurante e descermos, minha mãe quis ir à uma feirinha de artesanato da cidade.

Então, estávamos os três andando de mãos dadas, quando uma menina de pele morena e cabelos compridos me parou e disse em um espanhol muito rápido pra mim: “De que país son?”

Eu rapidamente perguntei: “O que ?” e ela repetiu. Fiquei feliz com a indagação, já que, além de adorar crianças, era curioso demais pensar que apenas pelas nossas feições e gestos ficava evidente que éramos extrangeiros. Respondi que vínhamos do Brasil, e então ela perguntou o meu nome. Eu respondi e perguntei não só o dela (Isidora) mas também o das duas outras crianças que estavam com ela. Uma menininha alguns anos mais nova (Josepha) e um garotinho menor ainda, com o semblante muito alegre e sapeca ( Vicente).

A minha mãe, que estava anciosa para ver todas as lojinhas do local apertou a minha mão com censura e disse baixinho no meu ouvido: “Ai, agora a gente vai ficar aqui? Vamo logo, Bárbara!” Eu pedi pra ela esperar com a mão, porque eu estava achando o máximo aquela interação inesperada com as crianças, mas realizei o gesto por puro impulso, já que sabia que isso não iria fazê-la mudar de idéia. Mas o meu pai tratou de resolver a situação: “Você quer ficar aí falando com eles enquanto eu vou ali com a sua mãe e depois volto?”

Eu hesitei um pouco mas respondi que sim, afinal, não poderia perder aquela oportunidade única. Me sentei então no banco em que eles estavam sentados. E aí o que se seguiu foram uma batelada de perguntas a meu respeito, todas em um espanhol rapido demais, que me deixava um pouco atordoada. Os três começaram a falar juntos, mas Isidora, com toda a autoridade que tem uma irmã mais velha, tratou de dar um jeito, apenas pedindo silêncio aos outros, dizendo,( eu entendi), que se eles falassem todos juntos ela não me entenderia.

Ela quis saber a quanto tempo eu estava no Chile, se estava gostando, o que contava pra ela de relevante, olhem só! Eu fui me virando como podia com todo o prazer do mundo… Enquanto isso Josepha comentava ( No entiendo ella…) e eu sentia o desapontamento em sua voz, daquele que se sente quando se pega, com orgulho, um lindo bebê no colo e ele começa a chorar. Então, num gesto mais-do-que-espontâneo de criança, ela sentou do meu outro lado (que estava vago) e falou, como quem acabou de conseguir alguma coisa que se quisesse muito, mas com uma doçura íncrivel, que acho que só se tem aos 5 anos de idade: (Estoy al lado tuyo- “Estou do seu lado!).

A conversa se seguiu. Eles acabaram até mesmo perguntando por que é que eu precisava da mão do meu pai pra caminhar. Eu expliquei como pude, dizendo que foi porque nasci antes da hora, muito pequenininha, e  que por isso tinha ficado com essa dificuldade de equilibrio pra andar. Sinceramente, acho que eles não entenderam direito, mas não havia nada que eu pudesse fazer pra melhorar a situação, na conjuntura em que estava. Mas eu não fiquei triste tampouco desapontada com isso, entendam bem. Eu achei magnífico tudo aquilo que estava me ocorendo! Em que outra situação eu teria a oportunidade de satisfazer uma indagação de fato sincera sobre uma coisa que de fato é relevante em mim de um jeito tão simples, e usando todo o conhecimento que eu tinha da lingua espanhola até entao?

Desculpem se falo como nerd gente, mas admito,eu sou um pouquinho mesmo, e com orgulho porque pra mim isso quer dizer que sou alguém que dá valor ao conhecimento. 😀 Bom, mas… voltando…

A conversa continuou, e não sei ao certo por que eu contei pra eles que tinha ido a Paris (provavelmente por causa do meu casaco, que comprei lá, na promoção, hehe) e Vicente disparou indignado: “Tu já fuestes a França??!” Quando eu assenti ele saiu correndo para dentro da loja para contar para os pais, que logo chegaram pra ver com quem é que seus filhos estavam falando tanto. Quando me viram sentada no banco, fizeram as perguntas típicas… a quanto tempo estava lá, e de onde vinha. Respondi que era brasileira e ela se espantou porque Vicente provavelmente falou que eu morava na França. Mas foi fácil explicar pra ela que eu só tinha ido apenas uma vez pra conhecer. Eles me contaram que também já tinham ido, e depois da rápida conversa se despediram e chamaram as crianças pra ir embora. Acho que elas reclamaram um pouco, não lembro. Se despediram de mim com beijos, eu disse a pequena frase que tinha aprendido com as pessoas na rua “Que te vaya mui bien- algo como, vocês podem supor, “que você passe muito bem” e eles foram embora, todos juntos, as crianças gritando pra mim com alegria, enquanto andavam: “Tchau, Bárbara! Tchau Bárbara!” com aquele lindo espanhol deles, e levantando os braços, e pulando, e bom… essas coisas de criança…

E eu fiquei lá sentada, naquele banco… como eu fiquei feliz! Me sentia uma celebridade, hahahah ;), porque foi assim mesmo que eles me trataram, como uma pessoa importante, que merece mais do respeito… E o que mais me encantava era que eles nem ao menos me conheciam,  no sentido que as pessoas adultas usam a palavra…  e isso por si só já fazia a viagem valer a pena. Mas aconteceram muito mais coisas…

que ficaram pros proximos posts. 😀

Tudo de bom pra vocês, gente!

Beijo, Bárbara*

Pra você, vô

Gente, desculpa não postar por tanto tempo…  Tem tanta coisa engasgada dentro de mim…

Bom, o único avô que eu tinha falesceu. Um acidente, uma fatalidade. Bom, eu já tenho mania de refletir sobre as coisas da vida. Nessa situação de choque, saudade e  compaixão com quem ficou, fiquei ainda mais atacada, tentando me reorganizar. 

Por incrível que pareça, a idéia da morte me alivia, em certos momentos. Não precisaremos mais superar expectativa nenhuma, nem seguir padrão algum, nem ter vergonha de nossos sentimentos, nem essas coisas todas típicas de quem é mortal. Bom, essa definição já diz tudo, né, hahaha.

  Acho que é por isso que o Machado de Assis apostou no seu ‘difunto autor”, Brás Cubas. Que condição mais livre a dele! Não sei muito bem como explicar, nem se vocês estão entendendo da maneira como eu gostaria,  mas essa idéia é o meu refúgio.

Eu pensei, pensei e pensei, vô. mas só o que desejo dizer aqui é que eu te amo, e respeito todo o seu legado, em todos os sentidos. Vou fazer o possível por todos que ficaram aqui.

Vou deixar um vídeo de uma musica da  Zélia Duncan que eu gosto de mais e tem a ver.

E é Natal, fim de ano minha gente !!

Tudo de bom e do melhor pra todo mundo, e que o espírito da sinceridade, esperança, da alegria, e da solidariedade presvalesça na gente o ano inteiro!

Tou indo pro Chile amanhã de manhã e depois pra Argentina, quando voltar, posto.

Beijos!!

, Baah*

Assim

 ( Foto nas Dunas de Genipabú, lá de Natal- RN, onde eu fui essa semana 😉 )

Oi gente, beleza?

Cheguei de viagem domingo de manhãzinha e peguei uma gripe horrivel! Bom, mas tirando isso,  viagem foi demais! Não sabia que Natal tinha tanta coiusa legal pra fazer, e as pessoas realmente são hospitaleiras…. Fiz amizades, dancei! Foi ótimo…

Até tinha algumas reflexões pra fazer, mas ultimamente sinto que estou mudando… Não tenho mais aquela necessidade de mostrar o que sinto e penso pros outros, já não sou mais aquela pessoa obcecada pela imagem que passa e estou me concentrando mais em outras personalidades do que em mim mesma. Digo personalidades porque tenho observado as pessoas, mais com o intituito de desvendar o ser humano mesmo. Ultimamente tou atrás de gente que se dedicou a isso. Tipo Machado de Assis (assisti Memórias Póstumas), um pedaço do filme “Quando Nietzsche chorou”, reli um pedaço de conversando com Deus I… Mas nada que me dê vontade de compartilhar com os outros… pelo menos não ainda…

O engraçado é que quanto mais eu me concentro no que está fora de mim, mais eu viajo para dentro. Mais u me desvendo, mais me compreendo e amo. Sabe quando você gosta demais de uma pessoa apesar (ou até mais) [depois] de conhecer os dedfeitos dela? Amo meu pai assim, minha mãe assim,  meus avós assim, meus tios assim, meus primos assim, alguns amigos assim, e finalmente acho que estou aprendendo a me amar assim.

ps: A STC A produções ( meu grupo de Teatro) ganhou 7 prêmios e 5 indicações na Premiação da XXII Mostra Estudantil, dentre elas a de Melhor Atriz Coadjuvante – eu! 😀

 

ÊEEEE ! ARRASAMOOOOS!

😀

 

Beijo gente,

Bárbara;*

Desculpinhas…

Geeeente…. não vou poder postar essa semana… tou indo pra Natal e só volto dia 19 😀

Dizem que o hotel lá é maravilhoso, e que tem festa toda noite! Cada dia um tema!

Tou bem animaaaada!

Tenho  ÓTIMAS NOVIDADES!

Mas quando eu voltar eu conto…

beijooo !

” Na palma da minha mão…”

Gente, me perdoem… não tou com a enor inspiração hoje. Posso deixar uma música liiiinda do Geraldo Azevedo pra vocês ouvirem ?

Frase Preferida: “Meu alegre coração é triste como um camelo, é frágil, que nem brinquedo… é forte como um leão!!”

Tenho projetos para o blog. Edições Especiais, posts e fndubs. E prometo: realizarei tudo.

Aguardem-me! hahahahaha 😉

Beijo, da Baah*